Religião

As pragas do Egito e a Páscoa

Por Padre Mário Reis Trombetta

As pragas enviadas por Deus ao Egito são prodígios e sinais. Esses prodígios eram destinados a fim de que os Israelitas e o Faraó desse crédito a Moisés, que foi enviado por Deus para libertar o Povo da dura escravidão. Diante destes sinais, o Faraó e os Israelitas deveriam reconhecer o poder e a onipotência de Deus. No início os Magos do Egito, até conseguem fazer os mesmos prodígios que Moisés realizava, mas no final se confessam vencidos pelo “dedo de Deus”.

Após as pragas, os Israelitas celebram a Páscoa. Preparam um cordeiro por família. O Cordeiro deve ser sem defeito e imolado entre o cair e o pôr- do- sol. Os umbrais das portas das casas em que comerem o cordeiro serão marcados com o sangue do próprio cordeiro. Naquela noite, comerão carne assada com pães ázimos e ervas amargas. Deverão estar com os rins cingidos, sandálias nos pés e o cajado nas mãos, ou seja com roupa de viagem. Deverão comer às pressas, pois é a Páscoa do Senhor.

Quando o Senhor passar e ver as casas assinaladas com o sangue do cordeiro, ele saltará aquelas casas e passará adiante e poupará os Israelitas do Flagelo destruidor. Deus passa para ferir o Egito e salva o seu povo da mais dura e amarga escravidão. Este dia será um memorial que será celebrado de geração em geração.
Estamos também vivendo nesta Quaresma em meio a uma Pandemia que tem assolado o mundo inteiro. No entanto, o homem globalizado, mesmo em meio a um grande desenvolvimento tecnológico, encontrou muitas dificuldades para achar uma solução em vista de eliminar esta ameaça contra a vida.

Aqueles, porém, que creem no poder de Deus, sabe que Ele irá intervir, e sem sombra de dúvida iremos celebrar a Páscoa de Jesus Cristo, o Cordeiro Imolado, que nos faz passar da morte para a vida.

Padre Mário Reis Trombetta tem 23 anos de Sacerdócio e é vigário da Paróquia Cristo Rei, em Orlândia.

Pe Mário Reis Trombetta

É vigário da Paróquia Cristo Rei, em Orlândia. Já atuou nas Paróquias Santana, São Crispim e Santa Rita de Cássia, em Franca. Fez Filosofia na Capelinha, com os Agostinianos e, em 1992, seguiu para Florença, Itália, e posteriormente, Madri, na Espanha, para concluir seus estudos. Retornou a Franca em 96 e foi ordenado padre em 98. Completa este ano 23 anos de sacerdócio.

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